Caso de uso

Reduzir faltas em oftalmologia

O gatilho de no-show em oftalmologia é específico — no-show em pós-operatório — e reduzir a falta exige atacar exatamente esse ponto, não um lembrete genérico.

Atualizado em 3 de julho de 2026

Principais conclusões

  • O gatilho de falta em oftalmologia é específico: no-show em pós-operatório
  • Lembrete genérico tem efeito limitado — o que funciona é mirar na causa real
  • Confirmação automática reduz no-show em até 50% no setor de saúde

O problema

O no-show em oftalmologia acontece quando o paciente acha que é 'só troca de grau' e não vê urgência nenhuma, ou quando desiste ao saber que pode haver dilatação de pupila e não vai poder dirigir depois.

Para quem: Clínicas oftalmológicas que perdem check-up de rotina por baixa percepção de urgência do paciente.

Como funciona

  1. 1

    Aviso de dilatação antecipado

    O paciente sabe com antecedência sobre a possibilidade de dilatação, evitando desistência de última hora por conta da restrição de dirigir.

  2. 2

    Reforço de importância do check-up

    A comunicação evita que o check-up de rotina pareça dispensável só porque não há dor envolvida.

  3. 3

    Retorno pós-operatório programado

    Dia seguinte, semana ou 30 dias — o retorno pós-cirúrgico é acionado automaticamente conforme o protocolo.

Benefícios

  • Menos desistência de última hora por causa da dilatação de pupila não avisada com antecedência
  • Check-up de rotina (glaucoma, diabetes) mantém prioridade mesmo sem dor envolvida
  • Retorno pós-operatório curto (dia seguinte, semana, 30 dias) segue o protocolo sem falha

Por que o paciente falta

O no-show acontece quando o paciente acha que é apenas uma troca de grau e não vê urgência nenhuma, quando não consegue autorização para um exame específico, quando esquece de levar óculos ou exames anteriores, quando desiste ao saber que pode haver dilatação de pupila, ou quando simplesmente não quer perder o resto do dia sem poder dirigir ou trabalhar.

O padrão de retorno que já existe

O check-up costuma ser anual para a maior parte dos pacientes. Glaucoma, retina diabética e outras condições crônicas exigem retorno entre 3 e 6 meses. Pós-operatório tem retorno mais curto — dia seguinte, semana seguinte ou 30 dias, conforme protocolo. O paciente some, principalmente no check-up de rotina, quando recebe a receita de óculos e acha que o problema já está resolvido.

Como o Pixe reduz a falta

O aviso antecipado sobre a possibilidade de dilatação de pupila evita que o paciente desista de última hora ao descobrir, só no dia, que não vai poder dirigir depois. A comunicação reforça a importância do check-up de rotina mesmo sem dor envolvida — especialmente para glaucoma e diabetes —, e o retorno pós-operatório é acionado automaticamente conforme o protocolo, sem depender de a recepção lembrar cada etapa.

Sinais de que está funcionando

Desistências de última hora ligadas à dilatação caem quando o paciente já sabe, com antecedência, que pode precisar de carona de volta. No check-up de rotina de pacientes crônicos, reforçar que o retorno de glaucoma ou diabetes é mais do que "só grau" tende a subir a taxa de comparecimento anual mesmo sem sintoma novo. E faltas no retorno pós-operatório de curto prazo — dia seguinte, semana, 30 dias — caem quando o protocolo é acionado automaticamente etapa por etapa, sem depender de o paciente lembrar sozinho.

Check-up de rotina, retorno crônico e pós-operatório têm gatilhos de falta completamente diferentes; olhar só a taxa geral de no-show esconde onde o esforço de confirmação realmente precisa ir.

O que considerar antes de medir resultado

Medir os três fluxos separadamente é o que revela se um ganho forte no pós-operatório está mascarando um check-up de rotina ainda com taxa de falta praticamente inalterada.

Um ajuste fino

O aviso de dilatação rende mais quando chega com pelo menos 24 horas de antecedência, dando tempo para o paciente organizar transporte — um aviso na véspera ou no mesmo dia tende a gerar mais cancelamento do que adesão, porque a logística já não pode mais ser resolvida a tempo. O mesmo princípio de antecedência vale para o retorno pós-operatório: um lembrete que chega só no dia da etapa seguinte dá menos margem para o paciente se organizar do que um aviso enviado com um ou dois dias de folga. Esse tipo de ajuste fino custa pouco para implementar e costuma render mais do que qualquer mudança estrutural no fluxo já existente. Um aviso com folga de dois dias, em vez de um, tende a dar tempo real para o paciente resolver a logística de transporte sem estresse.

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  • Taxa de confirmação

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